Ola pessoal, deixo aqui mais umas fotos de verão, para começar, o caminho do meu pesqueiro de eleição.
Com o vizinho a trazer legumes e eu a apanhar uns sargotes regularmente, não faltou a dieta na mesa.
Ola pessoal, deixo aqui mais umas fotos de verão, para começar, o caminho do meu pesqueiro de eleição.
Com o vizinho a trazer legumes e eu a apanhar uns sargotes regularmente, não faltou a dieta na mesa.
Domingo chuvoso logo de manhã, coisa rara nos últimos meses aqui em Sines, nada de grandes calores, mas temperaturas muito agradáveis à vários meses. Dia de fazer um post para homenagear um grande amigo, esta pandemia, afastou-nos nos últimos 2 anos, onde ficaram por fazer muitas pescas, principalmente de barco, petisco e conversas de mar.
Personalidade muito vincada, ficará na minha memória as varias aventuras que me contou como as estivesse a viver na hora, pesca de cana ou submarina era uma paixão que se via no olhar, idas as Berlengas no seu bote de 4 metros e motor de 20 cavalos, onde ficava lá dias acampado, a pescar e conviver com os poucos habitantes locais, viagens num pequeno barco à vela, para encontrar uma praia isolada e passar lá uns dias a viver da natureza, inclusive a alimentar-se do que caçava tanto em terra e mar, completamente sozinho, faziam-me imaginar muitas vezes, pois sempre adorei essas coisas.
Logo ai as nossas conversas eram sempre agradáveis, a característica mais forte do meu Amigo Fernando era a prestabilidade, muito rara hoje em dia, num mundo que obriga a competição em tudo, a prestabilidade não entra nessa competição, os valores são tapados com a ganancia de ser melhor.
A vida é imprevisível e do nada as coisas mudam da noite para o dia, ainda foi a tempo de mostrar as suas aptidões para a arte da pintura, e retratou-me num dos meus pesqueiros favoritos, só eu sei o significado deste quadro, onde certo dia o Fernando observou-me a tirar uns sargalhões, peixe esse que ele também adorava, a imagem retratada na tela tem uns anos, mas para mim parece que foi ontem, obrigado Fernando.
Belíssimos na grelha
Como adoro comer, segue uns petisco, no Algarve, o 1º com o meu amigo Lobo do Mar, onde levei um petisco misto Siniense e ele brindou-me com uma arca bem gelada regada de boas bebidas, o 2º foi a minha dieta do Verão, sempre com um toque de Ria Formosa, ameijoa, berbigão, lingueirões e ostras foram o petisco da ordem, sempre a acompanhar com alguma imaginação.
Mais uma cesta saudável oferecida pelo vizinho.
Acabo com uma foto que gosto muito, aqui na companhia do Fernando e do amigo João, mestre na pesca embarcada onde a prestabilidade também lhe encaixa como uma luva, num dia de inverno quente, fomos a procura dos sargos, sinceramente já nem me lembro do resultado da pesca mas que foi uma tarde boa, isso foi.
Boas fainas.
Com o verão no seu fim, acredito que virá ainda muito calor no Outono, verão esse que foi regular na captura de sargos, nada como o ano passado, mas foi positivo, não foi mais produtivo porque a nortada não deu descanso este ano por aqui, o que acaba por dificultar este estilo de pesca que pratico e gosto tanto.
A pesca que relato, foi uma manhã que quando chego a falésia para ver onde iria ilhar, tenho uma supressa nas condições do mar, o 9 de período com 0.7 de mar que tanto me satisfaz, na realidade era quase o dobro, o Windguru por vezes falha um bocadinho, nada como ver mesmo o mar.
Como o dia de Verão era um dia de Inverno, resolvi fazer uma ilhada fora da minha zona de conforto (Costa Norte) e rumo a (Costa Sul), um bocadinho antes de Porto Côvo, uma pedra que pesquei muito em miúdo, mas de maneira diferente, pescava ao fundo, num fundão de rocha que era rico em safias boas e por vezes sargos, essa ilha com mar, agita o fundão e aparecia uns peixes.
Como sempre nas minhas ilhadas, pesco com o que a pedra me dá, em 20 minutos apanho a isca, que por norma é percebe, por vezes faço umas mistas com ova de lapa e percebe que dá por vezes uns belos sargos, ia mesmo a procura de apanhar umas safias 300,400 g que são muito saborosas na grelha, a pescar com 3 gramas lanço para o fundão, e neste pesqueiro vai-se dando pequenos toques e espera-se com alguma paciência, pois a agua costuma estar tapada por aqui.
Levo um puxão valente, que como estava distraído, nem estava a espera de tal pancada, volto a reforçar a iscada e atenção, que valeu uma ferragem alta e cana a bater.
Quando eu pensava que poderia apanhar outra, apareceram então as safias, depois de apanhar 4 para a grelha jeitosas, chegava e sobrava para aquilo que queria, e fui explorar uma parte mais rasa da ilha, que a uns anos tinha rendido uma pesca boa de sargos.
E não falhei, da meia dúzia que senti, apanhei 3 belos sargos, um ultimo já na casa das 900g, o que me fez por dar terminada a pesca, tinha peixe para comer nos próximos dias.
Uma pesca bastante agradável num sitio, que foi uma escola de pesca para mim em miúdo.
Como no verão é habito rumar para Faro, que é a minha segunda casa, devido ao Covid apenas fiz uns petisco na casa (terraço) do Lobo do Mar, espaço esse arejado e ao ar livre, para não ficar de consciência pesada com a merda deste vírus, foi mesmo exceção a regra em convívios, o amigo Pedro ofereceu-me uns lingueirões da ria e eu depois da praia, dei asas a minha imaginação na cozinha, que é outra coisa que gosto de fazer.
Lingueirão com tomate natural
O sargueta a mamar um carapau grelhado, só falta o copo de tinto.
Ola pessoal, no ultimo post apresentei o meu amigo sargueta, para quem duvidava que ele patrulhada aqui a rua e dominava o pedaço, não há duvida que ele encara os problemas de frente, e para ele aparecer com a tromba assim, imagino o desgraçado que lhe fez isto, neste momento recuperou o olho e nem coragem tive de tirar uma foto tal era a marca de guerra, mas com muitas latinha e uns sargotes já está quase fino ,eheheheheh
Tive o prazer de tirar a primeira Dourada do Ano à chumbica, com uns sargos jeitosos a mistura lá se compos a rede em mais uma faina.
A muito que não rumava a terras Algarvias por causa da pandemia, mas no outro dia tive mesmo que ir, e o meu amigo Lobo do Mar, ofereceu-me uns leigueirões do quintal dele, deram logo para fazer um belo petisco.
Dou muita importância a minha alimentação, o meu vizinho brinda-me com grandes petiscos da sua horta.
Não me custa nada manter o peso:)
Ola pessoal.
Com a Primavera ai, já comecei tarde a época dos sargos, pois gosto muito de atacar na minha pesca favorita, nos finais de Fevereiro inicio de Março, pois é nesta altura que faço as melhores capturas em termo de peso por peixe, muito sargo na casa de 1kg , mas devido à porra da pandemia, a época veio atrasada, mas ainda fui a tempo de apanhar uns bons dentolas, com o final de Abril, começam os quileiros a ser menos e muitos deles magros, pois acabaram de desovar e veem pele e espinha.
Como não pode faltar nesta altura do ano também, são as iguarias da horta do meu vizinho, nada como uma manhã a descascar favas para futuras favadas com entrecosto e linguiça, prefiro passar uma manhã de Domingo a descascar favas do que no telele a perder tempo.
Sargos e sargos, é o prato do dia.
Os corvos marinhos Alentejanos a descansar numa pedra ilhada.
Cama num quintal de um, WC no quintal de outro e restaurante na casa do careca sargueiro, força não lhe falta para ir as gatas a noite, para não falar que é líder e chefe da Rua, não é a primeira vez que o vejo a dar porrada aos cães que aqui passam, a minha cadelinha já sabe, pode-lhe bater, mas depois está uns mês sem sargos e aproximações, eheheheheheh, a flor é dele, se a quiser regar, só quando ele acordar, grande peça mesmo, isto si é um gatarrão à seria.
Boas fainas.