Boas malta, está semana de grandes marés, nada como tentar abastecer a arca com uns polvinhos, para o natal.
Mais uma vez saída do trabalho bem cedo, e de volta aos polvos com o puxeiro, coisa que já não fazia a muito tempo, pois para este tipo de pesca que normalmente é de manhã e com boas marés, também tem-se que conjugar com o trabalho o tempo disponível, o que foi possível nesta terça feira.
Em 30 minutos fiz a pesca com 7 polvos, a arte que uso é bem simples e eficaz, ponho um polvo pequeno atado na ponta do puxeiro, e simplesmente ponho a porta dos buracos, e como eles se comem uns aos outros, se houver polvo no buraco ele puxa logo o pequeno para o comer, o engraçado é a força bruta que eles fazem, parece que estamos a medir forças com outra pessoa, é incrível, praticamente eu não os especto pois se falhar e o buraco for fundo, nunca mais o vejo,então quando vejo que tem polvo no buraco, atraiu-o para fora e apanhou a mão pela cabeça, é mais seguro e assim não escapa de certeza.
Nesta arte de pesca, também temos uma vantagem, se o buraco tiver navalheiras, elas saem com medo do pequeno polvo, e apanha-se com um pequeno camaroeiro, que uso também para os camarões.
Com o cansaço da noite, a andar nas pedras e dentro de água, as forças esgotam-se rapidamente, o meu corpo cedeu a juntar a ansiedade que é fazer este tipo de investida, pois a qualquer momento aparece a policia marítima e estraga a festa, é que não ando nem tenho balança na maré, mas quem tem? normalmente apanho o polvo e limpo-o logo na altura, menos umas gramas que ficam logo ali, até para apanhar alimento esta democracia é justa.
Mais uma vez saída do trabalho bem cedo, e de volta aos polvos com o puxeiro, coisa que já não fazia a muito tempo, pois para este tipo de pesca que normalmente é de manhã e com boas marés, também tem-se que conjugar com o trabalho o tempo disponível, o que foi possível nesta terça feira.
Em 30 minutos fiz a pesca com 7 polvos, a arte que uso é bem simples e eficaz, ponho um polvo pequeno atado na ponta do puxeiro, e simplesmente ponho a porta dos buracos, e como eles se comem uns aos outros, se houver polvo no buraco ele puxa logo o pequeno para o comer, o engraçado é a força bruta que eles fazem, parece que estamos a medir forças com outra pessoa, é incrível, praticamente eu não os especto pois se falhar e o buraco for fundo, nunca mais o vejo,então quando vejo que tem polvo no buraco, atraiu-o para fora e apanhou a mão pela cabeça, é mais seguro e assim não escapa de certeza.
Nesta arte de pesca, também temos uma vantagem, se o buraco tiver navalheiras, elas saem com medo do pequeno polvo, e apanha-se com um pequeno camaroeiro, que uso também para os camarões.
Com o cansaço da noite, a andar nas pedras e dentro de água, as forças esgotam-se rapidamente, o meu corpo cedeu a juntar a ansiedade que é fazer este tipo de investida, pois a qualquer momento aparece a policia marítima e estraga a festa, é que não ando nem tenho balança na maré, mas quem tem? normalmente apanho o polvo e limpo-o logo na altura, menos umas gramas que ficam logo ali, até para apanhar alimento esta democracia é justa.
Este já arranjado, ainda estava vivo, mais fresco que isto não é fácil
Pesca total, meio balde de polvos, as navalheira nem vê-las
Estes vão morrer assim, polvo a lagareiro
Claro que não podia de deixar de apanhar uns belos camarões, para tentar uns sargos a tarde.
Como não havia condições para os meus pesqueiros de eleição, e a sul o mar estava cheio de limo, fui tentar descobrir novos pesqueiros aqui numa zona de falesia perto de casa, mas nada de especial, peixe graúdo nem velo, mas ainda saíram umas sarguetas para a fritada.